“O casamento não significa apenas uma relação de colaboração a longo prazo que se caracteriza por ser voluntária, permanente, exclusiva e voltada para a execução de metas comuns, mas implica uma relação de crises naturais de crescimento e individuação que, se articuladas à unidade conjugal, poderão fortalecer o casal. Neste sentido, devemos pensar o casamento como um processo constituído pela individuação que ocorre a partir da separação da família de origem e pela formação da unidade casal. A existência dessa unidade depende não só do homem e da mulher, mas também da permissão explicita ou não dos pais para que seus filhos cresçam e construam sua própria família.”
Groisman.